Simulado Objetiva - Revalida INEP

1. Um paciente de 64 anos com síncope e bradicardia (42 bpm). O ECG revela necessidade de:

  • A) Cardioversão elétrica.
  • B) Ablação de via anômala.
  • C) Implante de marca-passo definitivo.
  • D) Isolamento elétrico das vias pulmonares.

2. Homem de 75 anos, tabagista, com hematúria macroscópica. Melhor conduta e diagnóstico:

  • A) Uretrocistoscopia; carcinoma invasor de bexiga.
  • B) Urografia excretora; carcinoma de células renais.
  • C) RM de abdome; cálculo coraliforme.
  • D) Ultrassom transretal; adenocarcinoma de próstata.

3. Sobre a introdução alimentar em lactentes de 6 meses, assinale a correta:

  • A) A carne deve ser triturada e peneirada.
  • B) Frutas raspadas ou amassadas devem ser introduzidas como fontes de fibras.
  • C) Sucos devem ser introduzidos na rotina uma vez ao dia.
  • D) Oferecer gema de imediato e clara apenas após 12 meses.

4. Primípara de 14 anos com hemorragia pós-parto e útero contraído. Conduta apropriada:

  • A) 800 mcg de misoprostol retal.
  • B) Laparotomia para histerectomia.
  • C) Conduta expectante.
  • D) Exame da placenta e, se necessário, curetagem.

5. Mulher de 34 anos com depressão, ouvindo vozes e com ideação suicida sem plano. Conduta:

  • A) Continuar na UBS e trocar o tratamento.
  • B) Internação em hospital psiquiátrico.
  • C) Internação em hospital geral e otimizar fármacos.
  • D) Referenciar à equipe multiprofissional do CAPS.

6. Mulher de 58 anos com diagnostico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e em tratamento irregular, é encaminhada ao ambulatório de clínica médica de atenção secundária. Queixa-se de fadiga e dispneia aos esforços, com piora progressiva. Ao exame físico, é observado rítmo cardiaco regular em 4 tempos (B3 + B4), sem sopros no precórdio, mas com créptos em bases pulmonares; pressão arterial: 148 x 90 mmHg. Ecocardiograma transtorácico evidencia hipertrofia ventricular esquerda cocêntrica, associada com fração de ejeção de 38% (por Simpson). Exames laboratoriais normais, salvo pela elevação sérica de peptídeo natriurético tipo B (BNP). Para melhorar o controle da HAS e o prognóstico do paciente, o tratamento com inibidor da enzima conversora de angiotensina foi mantido, e o especialista optou por associar determinado fármaco, devido ao impacto mpositivo no prognóstico de sobrevida dessa paciente. O fármaco introduzido no tratamento da paciente foi:

  • A) espironolactona.
  • B) clortalidona.
  • C) hidralazina.
  • D) clonidina.

7. Lactente de 4 meses é levado ao serviço de emergência com história de vómitos, poliúria, episódios de fraqueza intensa e febre. Ao exame físico, apresenta-se com desidratação grave e déficit de crescimento significativo. Encontram-se, ainda, sinais radiológicos de osteopenia e raquitismo resistente à vitamina D. Com base na principal hipótese diagnóstica, o distúrbio ácido básico relacionado ao caso é:

  • A) alcalose respiratória hipoclorêmica.
  • B) acidose metabólica hiperclorêmica.
  • C) alcalose respiratória hipocalêmica.
  • D) acidose metabólica hipercalêmica.

8. Homem de 45 anos foi encontrado inconsciente por familiares junto a uma escada de sua casa. Familiares o conduziram em carro próprio, sem medidas-padrão de atendimento pré-hospitalar. Não sabem por quanto tempo ficou desacordado e nem sobre o histório de saúde. Quando deu entrada no pronto-socorro, encontrava-se inconsciente, com equimose e escoriações na região orbital e palpebral direita, além de escoriações na região cervical posterior e em membros à direita. Não apresentava resposta ao comando verbal, mas respirava espontaneamente com frequência normal. Pressão arterial de 140 x 90 mmHg e pupilas isocóricas. Durante a avaliação, abriu os olhos e começou a se mexer, ainda sem responder a questões ou comandos. Após 30 minutos, começou a responder, mas informava não se lembrar de ter caído da escada. Considerando o quadro, a conduta adequada é:

  • A) tomografia de crânio, face e coluna cervical; radiografia de membros; manter o paciente em observção por 12 horas.
  • B) radiografia de crânio, coluna cervical e membros em duas posições; internar o paciente para observação.
  • C) tomografia de crânio, face e radiografia de membros; liberar o paciente para observação domiciliar.
  • D) radiografia de crânio e face; radiografia de membros; internar o paciente por 24 horas.

9. Paciente de 30 anos procurou consultório de ginecologia relatando fadiga, dismenorreia progressiva e dispareunia de profundidade. Toque vaginal: útero de volume normal, retroversofletido, dor à mobilização do colo. Com base nessas informações, a principal hipótese diagnóstica é:

  • A) doença inflamatória pélvica.
  • B) miomatose uterina.
  • C) cisto hemorrágico.
  • D) endometriose.

10.

Homem de 28 anos, estudante universitário, residente em zona urbana, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) referindo aparecimento de lesão cutânea em região dorsal da mão, cerca de 1 mês após ter sofrido arranhadura de gato de rua. A lesão apresenta úlceras com presença de crostas além de nodulações próximas. Foi submetido à biópsia da lesão cutânea e cultura de material. Observou-se dermatite granulomatosa difusa, presença de corpos asteroides e material eosinofílico ao redor de células características. Qual é a principal hipótese diagnóstica e o respectivo tratamento para esse caso:

  • A) Furunculose; cefalexina por 7 dias.
  • B) Herpes-zoster; aciclovir por 10 dias.
  • C) Esporotricose; itraconazol por 120 dias.
  • D) Paracoccidioidomicose;anfotericina B por 30 dias.

11. Observe o encaminhamento realizado por um médico de família. "Á cardiologia, Encaminho o Sr. J. L. S., de 56 anos, com diagnóstico de cardiopatia isquêmica, que sofreu um infarto agudo do miocárdio há 3 meses. Tem orientação para o uso de antiagregantes plaquetários, mas tem história de úlcera péptica e teve reação alérgica ao clopidogrel e a ticlopidina. Desta forma, solicito orientação quanto à conduta preventiva." Ao ser assistido pelo cardiologista, o paciente será atendido em qual nível de atenção e receberá que tipo de prevenção, respectivamente?:

  • A) Primário; secundário.
  • B) Secundário; secundário.
  • C) Terciário; terciário.
  • D) Quaternário; terciário.

12. Homem de 20 anos, com diagnóstico de esquisofrenia, chega à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) acompanhado de familiares, que descrevem que o paciente acordou "torto". Há 5 dias, foi realizada a troca de risperidona por haloperidol, pois aquela estava em falta na farmácia. Paciente nega outras queixas clínicas. Ao exame apresenta contratura de região cervical e fácies de dor. Quais são, respectivamente, a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta mais adequada?

  • A) Distonia; biperideno intramuscular.
  • B) Acatisia; haloperidol intramuscular.
  • C) Discinesia tardia; diazepam intramuscular.
  • D) Sindrome extrapiramidal; prometazina intramuscular.

13. Mulher de 20 anos procura atendimento médico no ambulatório de clínica médica de referência devido a quadro iniciado há 3 meses, com dor e edema articular acometendo articulações das mãos (interfalangeanas proximais, metacarpofalangeanas e punhos), assim como cotovelos, joelhos e tornozelos. Relata rigidez matinal que persiste por mais de 2 horas. O exame físico confirma dor e edema nas articulações descritas, além de mucosas hipocoradas (++/4+), sem outras alterações.A hipótese diagnóstica a ser considerada, o achado laboratorial esperado e a primeira linha de tratamento indicada são, respectivamente:

  • A) esclerose sistêmica; níveis elevados de creatina quinase; prednisona.
  • B) artrite reumatoide; pesquisa de fator reumatoide (FR) positivo; metotrexato.
  • C) lúpus eritematoso sistêmico; FAN com padrão nuclear pontilhado fino denso; cloroquina.
  • D) doença mista do tecido conjuntivo; FAN com padrão nuclear pontilhado fino; azatioprina.

14. Paciente de 7 anos, na 4ª semana de tratamento quimioterápico para leucemia linfocítica aguda, é admitido em hospital terciário com história de febre há 12 horas (temperatura axilar de 39 °C), tosse e dispneia. Após 24 horas da admissão, segue febril, apesar de ter usado dipirona há 1 hora, e mantém diurese de 2 mL/kg/h.Exame físico: hidratado; pálido; orientado no tempo e no espaço; frequência cardíaca de 130 bpm; temperatura axilar de 39 °C; frequência respiratória de 36 irpm; pressão arterial de 90 x 60 mmHg; boa perfusão periférica; murmúrio vesicular diminuído em base de hemitórax à direita, com crepitações; bulhas taquicárdicas; fígado a 4 cm do rebordo costal direito e 5 cm do apêndice xifoide; baço a 4 cm do rebordo costal esquerdo. Os exames laboratoriais evidenciam lactato aumentado, acidose metabólica e hemograma com leucocitose com desvio à esquerda. Com base no quadro descrito, o diagnóstico é:

  • A) sepse.
  • B) choque séptico.
  • C) disfunção de múltiplos órgãos.
  • D) síndrome da resposta inflamatória sistêmica.

15. Paciente feminina de 78 anos, com 24 horas de evolução de dor e abaulamento progressivo em região inguinal direita. Apresentou também alguns episódios de vômitos e diminuição da eliminação de flatos. Antecedentes: neoplasia de mama há 30 anos, diabetes mellitus há 20 anos e tabagista de 40 maços/ano. Ao exame estava normotensa, eucárdica, afebril, eupneica. Índice de massa corporal de 35 kg/m2. Abdome globoso, depressível, com abaulamento não redutível e desconforto à palpação em região inguinal direita, com discreta hiperemia local e sem sinais de irritação peritoneal. Resultados dos exames laboratoriais:

A hipótese diagnóstica mais provável é:

  • A) isquemia mesentérica.
  • B) hérnia inguinal indireta.
  • C) hérnia femoral encarcerada.
  • D) neoplasia de cólon obstrutiva.

16. Paciente de 25 anos, com duas gestações e um parto, no segundo trimestre de gestação, compareceu à primeira consulta de pré-natal sem queixas. Após orientações e realização dos testes rápidos, verificou-se que o teste para sífilis foi positivo e imediatamente a paciente recebeu 2,4 milhões UI de penicilina benzatina intramuscular. Paciente nega diagnóstico e tratamento prévios para sífilis. Em relação ao acompanhamento da paciente, é correto afirmar que:

  • A) com o tratamento instituído, o feto não terá sequelas.
  • B) titulações menores ou iguais a um quarto indicarão cicatriz sorológica.
  • C) a queda de duas titulações do VDRL indicará efetividade de tratamento.
  • D) o exame de FTA-Abs reagente indicará doença ativa.

17. Homem de 52 anos, branco, solteiro, comparece à consulta agendada na Unidade Básica de Saúde (UBS) desejando realizar revisão clínica e exames laboratoriais. Desde os 35 anos não faz acompanhamento de saúde. Relata história familiar de diabetes e hipertensão, e a mãe faleceu com câncer de pulmão. Sem história familiar de câncer de próstata. Fuma cerca de 2 maços por dia há 21 anos. Exame físico: pressão arterial de 120 x 80 mmHg, índice de massa corporal de 23 kg/m2 , sem outras alterações. Considerando as recomendações de rastreamento para esse paciente, o médico de família e comunidade deve:

  • A) solicitar exames de colesterol total e frações, hemograma, glicemia de jejum, creatinina, PSA, radiografia de tórax, colonoscopia, realizar toque retal; orientar sobre a prática de atividade física regular.
  • B) solicitar exames de colesterol total, glicemia de jejum, pesquisa de sangue oculto nas fezes, PSA, ofertar anti-HIV e HBsAg, realizar toque retal; orientar sobre participação no grupo na UBS para abandono do tabagismo.
  • C) abordar mudanças no estilo de vida e cessação do tabagismo; acompanhar, em consultas longitudinais, as futuras possibilidades de exames complementares, quando o paciente atingir faixa etária para investigações adicionais.
  • D) solicitar exames de colesterol total, HDL e triglicerídeos, glicemia de jejum, pesquisa de sangue oculto nas fezes, ofertar testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C; realizar abordagem sobre possibilidade de cessação do tabagismo.

18. Mulher de 32 anos, parda, ensino fundamental incompleto, trabalhadora rural, diarista no plantio de morango, procura Unidade Básica de Saúde (UBS) com queixas de tonturas, dores de cabeça, cansaço, náuseas e falta de ar. Ela referiu que desde os 20 anos sofre com dores de cabeça frequentes, mas há 2 semanas, após uma pulverização de agrotóxicos, começou a apresentar os sintomas descritos. Disse ainda que sua colega de trabalho apresentava queixas similares. Ao ouvir esses relatos, a médica da UBS suspeita de intoxicação aguda por agrotóxicos. Nessa situação, qual é a conduta adequada a ser adotada na assistência?

  • A) Encaminhar como caso suspeito ao centro de referência em saúde do trabalhador estadual e formalizar denúncia ao Ministério Público do Trabalho.
  • B) Estabelecer nexo causal entre os sintomas e os resultados de exames complementares, para confirmar diagnóstico de intoxicação por agrotóxicos, e notificar a Vigilância em Saúde municipal.
  • C) Tratar os sintomas, solicitar exames complementares, notificar o caso no Sistema de Notificação de Agravos e Doenças (Sinan), conceder atestado médico e solicitar matriciamento à Vigilância em Saúde do Trabalhador.
  • D) Informar não ser responsável pelo preenchimento da comunicação de acidente de trabalho (CAT), por ser atribuição exclusiva da medicina do trabalho, no centro municipal de referência em saúde do trabalhador.

19. Pais de um menino de 10 anos levam a criança para avaliação médica em Unidade Básica de Saúde (UBS). Relatam que seu filho se dá bem com a família até que não lhe seja permitido fazer algo que deseja. Quando isso ocorre, ele fica irritado, impulsivamente agressivo e agitado por várias hours. Assim que se acalma ou consegue o que quer, fica feliz e agradável novamente. Os pais entendem que o filho parece agir deliberadamente para aborrecer os outros e nunca assume a culpa por seus próprios erros ou mau comportamento. Relatam ainda que ele discute com adultos ou figuras de autoridade e em várias situações não aceita as regras de boa convivência com os familiares. Considerando o caso descrito, qual é o diagnóstico mais provável?:

  • A) Transtorno afetivo bipolar.
  • B) Transtorno de oposição desafiante.
  • C) Transtorno disruptivo da desregulação do humor.
  • D) Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade.

20. Homem de 50 anos, queixando-se de astenia e constipação com fezes em fita. Há 15 dias, apresenta edema de membros inferiores até a raiz da região crural, bilateralmente, com pouca melhora à elevação dos membros. Ele perdeu 10 kg em 6 meses. Nega hipertensão arterial e diabetes mellitus e não faz uso de medicamento. Os exames do paciente apresentaram os seguintes resultados:

Dentre esses achados laboratoriais, quais são necessários para a definição da síndrome renal do paciente?

  • A) Proteína urinária de 24 horas = 3,6 g e albumina sérica = 1,8 g/dL.
  • B) Proteína urinária de 24 horas = 3,6 g e triglicerídeos = 200 mg/dL.
  • C) Hematúria e triglicerídeos = 200 mg/dL.
  • D) Hematúria e albumina sérica = 1,8 g/dL.

21. Recém-nascido de 15 dias, a termo, Apgar 8/9, peso e comprimento ao nascer de 2.600 g e 46 cm, respectivamente, com síndrome de Down, e cuja gestação não apresentou outras intercorrências. Está na consulta de puericultura com peso e comprimento atuais de 2.900 g e 47 cm, respectivamente. Para o acompanhamento pôndero-estatural, os dados devem ser plotados nas

  • A) curvas de crescimento da OMS desde o nascimento até a adolescência.
  • B) curvas de crescimento específicas para síndrome de Down desde o nascimento.
  • C) curvas de crescimento da OMS, corrigindo o peso e o comprimento para síndrome de Down.
  • D) curvas de crescimento da OMS até os dois anos e, a partir daí, em curvas específicas para síndrome de Down.

22. Mulher de 34 anos com depressão, ouvindo vozes e com ideação suicida sem plano. Conduta:

  • A) Continuar na UBS e trocar o tratamento.
  • B) Internação em hospital psiquiátrico.
  • C) Internação em hospital geral e otimizar fármacos.
  • D) Referenciar à equipe multiprofissional do CAPS.

23. Paciente de 20 anos, sexo masculino, vítima de colisão “automóvel a muro”, sem cinto de segurança, é atendido ainda na cena pelo Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (SAMU). Exame físico: paciente torporoso; saturação de O2 de 60%, em ar ambiente; frequência respiratória de 28 irpm; frequência cardíaca de 112 bpm; pressão arterial de 90 x 50 mmHg. Desvio da traqueia para a direita, turgência de veias jugulares, hipofonese de bulhas cardíacas e diminuição acentuada do murmúrio vesicular à esquerda. Qual é a conduta adequada no atendimento pré-hospitalar?

  • A) Reposição volêmica.
  • B) Cricotireoidostomia.
  • C) Pericardiocentese.
  • D) Toracocentese.

24. Paciente de 16 anos comparece ao ambulatório para mostrar os resultados dos exames complementares solicitados na consulta anterior. Está preocupada porque todas as colegas da mesma idade já menstruaram e ela não. O fenótipo é feminino, com pelos pubianos e axilares esparsos. Os exames complementares evidenciam ausência do útero à ultrassonografia pélvica, dosagem sérica do hormônio folículo estimulante (FSH) normal, dosagem de testosterona sérica compatível com níveis do sexo masculino e cariótipo 46 XY. Com base no quadro clínico e nos dados apresentados, a principal hipótese diagnóstica dessa paciente é:

  • A) disgenesia gonadal.
  • B) malformação Mulleriana.
  • C) obstrução do trato genital.
  • D) insensibilidade androgênica.

25. Mulher de 34 anos com depressão, ouvindo vozes e com ideação suicida sem plano. Conduta:

  • A) Continuar na UBS e trocar o tratamento.
  • B) Internação em hospital psiquiátrico.
  • C) Internação em hospital geral e otimizar fármacos.
  • D) Referenciar à equipe multiprofissional do CAPS.

26. Mulher de 34 anos com depressão, ouvindo vozes e com ideação suicida sem plano. Conduta:

  • A) Continuar na UBS e trocar o tratamento.
  • B) Internação em hospital psiquiátrico.
  • C) Internação em hospital geral e otimizar fármacos.
  • D) Referenciar à equipe multiprofissional do CAPS.

27. Mulher de 34 anos com depressão, ouvindo vozes e com ideação suicida sem plano. Conduta:

  • A) Continuar na UBS e trocar o tratamento.
  • B) Internação em hospital psiquiátrico.
  • C) Internação em hospital geral e otimizar fármacos.
  • D) Referenciar à equipe multiprofissional do CAPS.

28. Mulher de 34 anos com depressão, ouvindo vozes e com ideação suicida sem plano. Conduta:

  • A) Continuar na UBS e trocar o tratamento.
  • B) Internação em hospital psiquiátrico.
  • C) Internação em hospital geral e otimizar fármacos.
  • D) Referenciar à equipe multiprofissional do CAPS.

29. Mulher de 34 anos com depressão, ouvindo vozes e com ideação suicida sem plano. Conduta:

  • A) Continuar na UBS e trocar o tratamento.
  • B) Internação em hospital psiquiátrico.
  • C) Internação em hospital geral e otimizar fármacos.
  • D) Referenciar à equipe multiprofissional do CAPS.

30. Mulher de 34 anos com depressão, ouvindo vozes e com ideação suicida sem plano. Conduta:

  • A) Continuar na UBS e trocar o tratamento.
  • B) Internação em hospital psiquiátrico.
  • C) Internação em hospital geral e otimizar fármacos.
  • D) Referenciar à equipe multiprofissional do CAPS.

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